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  • Benefícios da ACIM para o seu negócio

História

Uma instituição centenária, que vem ajudando a escrever a história de Macaé. Assim é a Associação Comercial e Industrial de Macaé, entidade que contribui para o desenvolvimento, não apenas do comércio, mas da cidade como um todo, procurando realizar ações com este objetivo. Ao longo de todos esses anos, muitas foram as suas contribuições para a cidade, não somente para o comércio, como para toda a população.

Fundada no dia 9 de abril de 1916 pelo empresário Orlando Farrula, na época proprietário da fábrica de bebidas Lynce, a então nomeada Associação do Comércio, Indústria e Lavoura de Macaé deu início às suas atividades, sendo composta por 60 sócios-fundadores. No entanto, sua primeira reunião de diretoria foi realizada cerca de um mês depois, no dia 13 de maio, na sede da Sociedade Musical Nova Aurora, sendo a data fixada como o aniversário da instituição. 

Linha do tempo

Ao longo de sua história, foram inúmeras as reivindicações feitas pela ACIM. Sua participação começou a partir de 1920, quando a entidade conseguiu, junto ao Governo Federal, a reativação do Canal Macaé-Campos para o transporte de cargas. Naquele mesmo ano, por conta do grande movimento, o Porto de Macaé teve seu cais aumentado em 30 metros. 

Em 1922, a entidade elaborou o sistema viário do município, considerando as regiões mais produtivas. O plano foi executado pelos poderes públicos, considerando os traçados sugeridos pela ACIM. 

Um ano depois, a entidade já tinha a sua primeira sede própria, na Avenida Rui Barbosa. No mesmo ano, a Associação Comercial foi a responsável pela instalação da primeira agência bancária da cidade, cedendo para o Banco do Brasil o pavimento térreo de sua sede para o funcionamento da agência.

Até o final da década de 20, Macaé estava no auge do seu progresso, tendo se transformado no celeiro da agricultura do estado, devido ao cultivo do café, responsável por cerca de 60% das atividades econômicas do município. No entanto, a partir de 1930 no início da Era Vargas, a crise do café transformou todo o país e Macaé não ficou de fora: 80% das empresas que atuavam no setor faliram no município. A crise do café prejudicou toda a economia da cidade. Nesta época, até a ACIM passou por dificuldades financeiras e teve que vender parte do terreno de sua sede.

O progresso só foi retomado a partir de 1945, aos poucos com a retomada do comércio. Mas foi somente em 1979, com o início das atividades da Petrobras na Bacia de Campos e a instalação da sede da empresa em Macaé, que o município voltou a crescer de maneira efetiva.

No início da década de 80, a produção de petróleo na região já era considerável. Nesta época, Macaé se tornou o primeiro município brasileiro a levantar a bandeira da cobrança de royalties sobre a exploração de petróleo. O objetivo era mudar a Lei 2004, da década de 50, que só previa o pagamento de royalties sobre o óleo extraído da terra.

Junto com a prefeitura e a Câmara de Vereadores, a ACIM participou deste movimento, que culminou com a aprovação, em 1985, da Lei 7453, que permitiu que 37 municípios fluminenses recebessem um percentual sobre o petróleo extraído pela Petrobras na Bacia de Campos. Foi o início dos royalties, hoje responsável por cerca de 40% do orçamento de Macaé. Recentemente, a instituição também apoiou o movimento contra a redistribuição de royalties, dos contratos já existentes.

Com o crescimento da cidade por conta da indústria do petróleo, a ACIM teve papel fundamental ao reivindicar e ver atendidos os anseios da comunidade. Uma destas lutas foi em relação à segurança pública, com a implantação do 32º Batalhão de Polícia Militar, em 2001, mesmo ano de realização da primeira Feira Brasil Offshore em Macaé, hoje o terceiro maior evento de petróleo do mundo. E por falar em Brasil Offshore, o evento nasceu em uma reunião de Diretoria da ACIM, quando os diretores, que são empresários da cidade, identificaram a importância de se fazer um evento voltado para o setor de Petróleo e Gás, que trouxesse movimento para a economia do município.

Tudo isso, foi fundamental para que Macaé se tornasse a cidade que é hoje, mesmo com todas as demandas ainda existentes. O fato é que, para falar da atuação da ACIM, é impossível não relembrar uma história tão marcante e participativa como esta.

Atualmente, a Associação Comercial e Industrial de Macaé se prepara para o futuro. Conquistando novos associados a cada dia e vislumbrando uma demanda crescente, percebemos um entendimento maior da classe empresarial sobre a importância do associativismo, o que sempre foi o nosso objetivo. Além disso, a ACIM está mais consciente do seu papel e empenhada em atuar na direção certa, de acordo com as demandas de seus associados, estando em consonância com a sua missão, que é lutar pelo desenvolvimento do comércio e setor empresarial de Macaé.

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